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Mostrando postagens com o rótulo cuidados

Escolinha X Babá...

Eis uma dúvida cruel, que me incomoda e me deixa pensativa por muuuito tempo... A questão é que da maneira como estou levando não dá mais... meio período em casa e meio período no trabalho (com ela). Eu fico doidinha. Concentração nela e em algo mais, 24 horas por dia. Não dá!  Preciso urgente encontrar outra saída.  E, desde que ela tinha seus 4 meses que procuro uma pessoa para me ajudar em casa com ela. Hoje, aos nove, não encontrei ninguém.  Então, parti para a opção "escolinha". Sim, sempre pensei que este não era o momento, que o certo seria quando ela tivesse falando e andando. Mas passei a considerar a possibilidade, já que não vejo outra saída.  Meu maior medo da escolinha é que ela seja judiada e, por não falar, que eu não fique sabendo. Mãããs... isso pode acontecer com uma babá também. E o pior da babá: não tem ninguém para ver. Já na escolinha, existem outras pessoas, outras crianças... Se for para fazer uma lista... ela é muito extensa de ...

A culpa é da mãe!

É, a culpa é mesmo da mãe! Como mãe, mulher, esposa, dona de casa, trabalhadora fora de casa... é difícil dar conta de tudo de forma tranquila e saudável.  Sinto que a cada dia que passa o sentimento de culpa se faz presente na minha vida, mesmo que eu me esforce para afastá-lo. e, infelizmente, percebo que este sentimento não é só meu e sim da maioria das mães que trabalham fora, que lutam, que precisam deixar seus filhos sob os cuidados de outras pessoas.  Eu parei de trabalhar meio período para ficar com minha filha. E no meio período que trabalho, levo ela comigo, já que não tenho babá. Assim como também não tenho ninguém que me ajude em casa. Então, o meio período que fico em casa com ela, me restam várias atividades domésticas, inclusive o almoço e papinha da pequena. Parece pouco, mas não é! Trabalhar (seja em casa ou no trabalho mesmo) com ela o tempo todo pedindo atenção e sem ter condições de dar toda a atenção que ela quer me faz pensar sobre... será que nã...

Alergia ao leite... novamente!

Como  já comentei há algum tempo, desde que minha filha tem 1 mês e meio percebemos nela uma alergia ao leite. Por tudo que li (e postei aqui ), cheguei à conclusão de que é alergia à proteína do leite e não à lactose. Mas... com o passar do tempo, as coisas foram melhorando. Aos cinco meses introduzi mamadeira com leite de soja e aos seis meses introduzi o leite normal, Aptamil. Ela não teve nenhuma reação, o que me deixou feliz. aos poucos fomos testando outras coisas como queijo, requeijão e ela não apresentou nenhuma reação.  Agora, aos praticamente 8 meses, ela já experimentou bastante coisa de leite e não teve reação nenhuma. Mudamos o pediatra por conta de uma forte tosse que ela teve e o pediatra dela não pôde atender. Aproveitei para perguntar melhor sobre a alimentação e o que mais poderia introduzir. Inclusive, comentei da alergia. Ela explicou que a maioria das crianças têm isso quando bebêzinhos pois não têm todas as enzimas para digerir a lactose e prote...

Planejando o 1º aninho - Convidados

Eis uma questão delicada e complicada. Meu marido e eu costumamos pensar apenas nas pessoas que fazem parte da nossa rotina, do nosso dia-a-dia e, no caso da nossa filha, das pessoas que participaram da criação e crescimento dela. Porém, sabemos que aniversário não é bem assim e que temos que chamar algumas pessoas que não participam tanto. Eu também tenho alguns queridos que gostaria de convidar e que não estão tão presentes assim no nosso dia-a-dia. Eis um tema que me deixa pensativa.  Por fim, sei que ninguém, nem eu nem nenhum outro casal, vai conseguir agradar a todos. Se convidar ou não, alguém vai ficar insatisfeito. E sempre que lembro disso, acabo optando por chamar aqueles próximos, simples assim. Mesmo porque não temos condições de fazer uma festa para muitas pessoas. Outra coisa... penso que muitos casais aproveitam a comemoração do 1º aniversário para "expor" seu filho. Aí, convidam clientes, amigos, colegas de profissão, do futebol, da dan...

Mamando demais? Ajuda!!!

Amamentar é um ato de muito amor, já disse isso aqui em posts anteriores. E é também um ato de doação, de dedicação total ao filho. Minha pequena está com três meses e estou amamentando apenas no peito. Para isso, estou com uma restrição de alimentos seríssima, já que a Baixinha teve alergia à proteína do Leite de Vaca que  ela recebia através do meu peito. Já disse isso também. Tirei tudo o que vai leite da minha alimentação (até massas, bolos, etc) e tirei também algumas coisas que causam cólicas e fazem ela sofrer.  Mas até aí, tudo bem. Já me acostumei e estou tirando de letra e com os três meses completos, a alimentação que diminui a cólica já pode voltar ao normal, pois as cólicas praticamente acabaram.  Agora o problema é que a pequena quer mamar de hora em hora e mama por 20 minutos cada vez. Isto está acabando comigo, literalmente. No final do dia, estou destruída, não consigo mais colocá-la no peito, me dá nervoso.  Já comentei com dois médicos e...

Saindo da toca...

Com três meses completos e a primeira dose das vacinas já tomada, eu começo a sair da toca com minha pequena. E como é engraçado tudo isso. Eu sempre fui independente, certa de mim e das minhas coisas, do que quero fazer ou ir. Desde muito nova aprendi a tomar minhas decisões, a decidir, a não perguntar muito para os outros o que devia ou não fazer. E então, até agora, depois da chegada da minha filha, sinto-me totalmente insegura. É uma sensação estranha... Um misto de medo da rua, medo de acontecer alguma coisa, de não dar conta dos passeios... Então, passei a perguntar ao meu marido sobre tudo, se devia sair, se podia fazer tal coisa, etc. Tal situação está me deixando extremamente chateada, magoada comigo mesma. O que no geral, me deixa ainda mais insegura. Na semana passada resolvi que tomaria atitudes. Então, peguei o carro e fui passear com ela. Só nós duas. Saímos, fomos comprar coisas para a casa. Não foi bem um passeeeeeio, mas para mim, foi o suficiente para eu perceb...

Hepatite?

Tem horas que a gente leva cada susto... Na semana passada minha pequena começou a vomitar um pouco além do normal. Mas até do que quando achei que ela estava com refluxo. Mas... como em criança tudo é normal, não me preocupei. Quando foi na quinta-feira ela começou a mamar bem menos: uns cinco minutos a cada duas horas (normalmente ela mama vinte minutos a cada hora e meia). E como meu sobrinho também diminuiu achei até bonitinho... E como tudo acontece na sexta-feira... Á noite, na hora de dar banho, fui toda feliz com minha irmã para dar o banho. Quando tiramos a fralda ela tinha feito um cocô banquinho. Mais claro do que um verde bebê, quase branco mesmo. Levei o maior susto. E nas cadernetas de vacina atuais vem um "guia do cocô". E lá estava: cocô daquela cor, procurar um serviço de saúde com emergência.  Fiquei desesperada e lá fui eu, minha filha, meu marido,minha irmã e sobrinho... todos para o plantão médico. Antes porém, o Dr. Google foi consultado e eis que...

Amigos sem filhos...

Se você é pai ou mãe, com certeza já passou por situações chatas com amigos sem filhos. Se você não é pai ou mãe, com certeza já fez alguém ficar extremamente chateado com convites que fez. Fico impessionada de ver como as pessoas não têm muita noção. E ao mesmo tempo, fico me perguntando se há três meses atrás (antes da minha filha nascer) eu era também uma dessas sem noção. Tudo bem, a gente sempre se acha diferente dos demais. Mas pelo menos não chamava as mães para um barzinho aberto e com som alto num dia de chuva e muito frio! Não sou bicho do mato. Adooooro um barzinho. Adooooro sair no frio, jantar num lugar aconchegante. Acho elegante o inverno. Mas tudo a seu tempo. Se você é pai ou mãe me diz: como sair de casa com uma criança de (quase) 3 meses às dez da noite, com chuva e temperatura abaixo dos 20º para sentar num barzinho aberto e com som alto? Existe possibilidade? E o engraçado é que os convites aparecem nos dias mais frios, nos meios de semana, tarde da noit...

Alergia à proteína do Leite

É muito difícil entender o que se passa com um recém-nascido. São diversas coisinhas que vão aparecendo e a gente não sabe explicar. Nem os médicos sabem ao certo dar uma resposta.  Nessas horas, vale escutar todo mundo, acreditar nos antigos e fazer todos os testes possíveis. Foi assim que descobri na minha pequena uma alergia à Proteina do Leite de Vaca, que ela recebia pela amamentação. Como já descrevi em posts anteriores, minha pequena estava com um refluxo que não melhorava nem com o remédio e também com uma alergia no rosto que não sarou com a medicação. Toda empipocada. Além disso, todos os dias ela tinha uma irritação no final do dia que parecia com cólicas. Sò que ela não chorava direto como acontecem com as cólicas. Ela ficava irritada, por horas. Às vezes, por seis horas seguidas. Inquieta, sem conseguir dormir ou ficar no carrinho. Só queria colo, um misto de choro e reclamação... E junto à tudo isso, o nariz dela começou a ficar cheio. COmo se tivesse com um ...

As preocupações são constantes...

Todos diziam que ser mãe é ter preocupações o tempo todo. E o engraçado é que a gente sabe, mas não entende o que é isso. Só sendo mãe para saber o que isso significa mesmo, de verdade, na prática. Minha pequena é uma menininha saudável, sem problemas e muito calminha. Até as cólicas, muito comuns até os três meses, são poucas. Mas a gente sempre encontra alguma coisa para se preocupar. Minha pequena começou a ter uma alergia no rosto. Está toda empipocada. Na consulta de rotina, o médico disse que é uma dermatite de contato e que pode ser provocada por um monte de coisas. Receitou uma pomadinha para diminuir e disse que com o tempo ela vai criando resistência e melhorando. Achei estranho, principalmente por dizer que é uma alergia, que não se sabe do quê, receitar uma pomadinha à base de cortisona (hei, minha filha tem só um mês!) e dizer que uma hora ela vai criar resistência? Aff... Como mãe de primeira viagem é sempre perdida mesmo, não sabe o que fazer, o que é certo ou...

Refluxo???

Minha filha começou a regurgitar mais que o normal.  Tudo bem, sei que toda criança pequenininha, até os três meses, mais ou menos, regurgita bastante. Mas minha menina estava vomitando uma média de seis a oito vezes entre uma mamanda e outra. E as mamadas dela são de hora em hora. Então, achei um pouco demais. Na visita de rotina ao pediatra, comentei e eis que ele também não achou normal, mesmo porque ela não engordou o tanto que ele queria.  Ela engordou dentro da média: 24g por dia (de 0 para 1 mês). MAs ele acha que se fossem 28g seria melhor. Então, receitou um remédio para o refluxo para ver se ela engorda mais e melhora. Estou dando o remédio há quase dez dias e não vejo muitas melhoras... O que será????

É hora do banho!

Adoooro quando chega a hora do banho do bebê! Um momento super gostoso e especial, momento de interagir com o bebê, de observar melhor seu crescimento, seu corpinho... Gostaria muito mais se não fosse um detalhe: ela chora o banho tooodo! Meu Deus! Como chora!  Tudo bem, já me acostumei a dar banho com ela gritando. Na verdade, faço tudo normalmente, como se ela estivesse quietinha. Às vezes canto, outras eu apenas converso. E mesmo assim ela chooora!  Quero muito entender o motivo deste choro. Já mudei a temperatura da água várias vezes. Já aqueci um pouco o ambiente, já mudei o horário do banho. Nada resolve.  Em um mês, acho que consegui dar uns 3 banhos que ela ficou quietinha. Um deles não durou nem três minutos porque a Fofolete fez cocô na água e pronto, tive que acabar rapidinho. Então... 2 banhos sem choro! O que fazer pra ela chorar menos?

1 mês de vida nova

Hoje minha filha completa 1 mês! 1 mês de vida nova, de família, de mãe. 1 mês de muitas alegrias, preocupações, noites sem dormir direito. Mas 1 mês completamente diferente de tudo que já vivi na minha vida! Hoje acordei com uma alegria no coração inexplicável! Não posso pegar minha pequena no colo que me sinto invadida por uma felicidade tão grande e tenho vontade de beijá-la e abraçá-la sem parar. E então, durante o banho dela eu a olhava e percebi que ela já cresceu, está mais esperta. Presta atenção em tudo, observa.  Não sei o que eles entendem. Já sei que ainda não riem. Mas para mim, aquilo no rostinho dela (que chamam de espasmo) é um lindo sorriso retribuindo todo o amor e carinho. Hoje me vejo com outros objetivos na vida, com a alegria de viver cada dia para ela, de estar ao lado dela... E como vale a pena! Tem momentos sim de muito cansaço, de dor, de vontade de chorar, de vontade de sair e fazer tudo o que fazíamos antes. Mas é só olhar pra cari...

Depessão Pós Parto: Tome cuidado!

Se tem um tema que a gente ouve falar durante toda a gestação e que nos deixa assustadas é a tal depressão pós parto . Acredito que todas as grávidas pensam nisso e em como evitar ou detectar. Em muitas conversas com médico, terapeuta e até outras mães, algumas perguntas básicas ajudam a indicar se estamos desenvolvendo uma depressão pós parto ou não. Estas orientações servem não só para nós, que estamos sujeitas à doença, mas aos nossos familiares para que fiquem atentos e nos ajudem neste momento. As perguntas são: - Quando o seu bebê chora, você sente que é insuportável e não vai dar conta de aguentar? - você está sem vontade de cuidar do seu bebê? - Você acha que não vai dar conta de cuidar do bebê? Caso você ou algum familiar próximo perceba ou suspeite que você está desenvolvendo a depressão, procure ajuda com urgência. A depressão pós parto infelizmente é mais grave do que imaginamos. Existem centenas de casos de mães que matam seus filhos recém-nascidos e depoi...

O primeiro passeio...

Tenho comigo que nós mulheres temos que fazer um bom resguardo. Sim, como os antigos diziam. Não tão radical, mas com muitas restrições. Evitar sair de casa, não lavar roupas nem limpar casa, não pegar peso, não tomar friagem, não comer alimentos remosos (que inflamam a corrente sanguínea. Como repolho, couve, chocolate, alimentos gordurosos, carne de porco, etc), entre outras coisas.  Até então, tinha saído de casa apenas para cumprir as obrigações da minha Fofolete, como médico, vacinas, exames obrigatórios. E só.  Acredito que este tempo é importante também para o bebê se adaptar ao mundo, à rotina da casa, à família. Mas sempre fui uma mulher ativa, trabalho desde os meus 17 anos, praticava atividades físicas, fazia trabalhos manuais e não parava quieta nenhum minuto. De repente, me vi em casa o dia todo, trancada. Não posso fazer meus trabalhos manuais por conta de uma inflamação nos tendões da mãos (por excesso de movimentos repetitivos). Então, posso só cuida...