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Mostrando postagens com o rótulo mãe

2º aninho - Escolhendo a decoração

Escolher decoração nem sempre é uma tarefa fácil. Aliás, nada fácil para uma mãe que gosta (e quer) uma decoração clean. Isso exige muitos doces, variedades, criatividade e um espaço adequado. Como minha escolha é fazer a festinha em casa, vou aproveitar uma mesa de vidro (preta) que tenho para a montagem. Não vai ficar uma decoração clean tradicional, mas é o que dá pra ser feito. Embora minha casa seja espaçosa, os espaços são divididos e quebrados, o que impossibilita montagem de mesas, brinquedos, espaços para convidados, etc. Vou ter que fazer malabarismo para caber tudo de forma adequada e que dê uma boa dinâmica. Não daria para pensar em montar uma mesa clean  de verdade... Até aí, beleza. Então, fui procurar enfeites, a decoração em si. Visitei duas empresas da cidade... Encontrei algumas coisas legais... Este casalzinho faz parte de uma decoração que vi. Cada um tem mais de 1,5m de altura. Tenho certeza que vão encantar a Alice... Ainda tem os 7 anõezinhos, uma g...

Escolha feita: escolinha!

Depois de muito pensar, ler, conversar  (e sofrer também)... eis que a escolha foi feita: a Alice vai para a escolinha!  Não é uma decisão fácil de se tomar. Minha filha tem apenas 10 meses e na verdade não é para a escola e sim para o berçário que ela está indo. Claro que alguma atividade vai ser feita e ela vai se desenvolver de alguma maneira, seja conhecendo as cores, se relacionando com outras crianças, aprendendo a dividir, a esperar, a não ter atenção somente para ela. Mas para esta idade, não tem muito mais o que se fazer além de dar estímulos... Tudo bem. Há uma grande diferença entre pais que precisam de um serviço de escola / berçário e os pais que não precisam. Eu sou do tipo de mãe que precisa que dê certo, que a criança se adapte e que esta seja uma boa escolha para minha filha. Então, no início da semana, fomos nós duas para a "adaptação escolar". E esta é uma adaptação para pais e filhos sim. Aliás, acho que mais para a mãe / pai do que para o filho...

Os filhos crescem?

Um dia nascemos como mães, junto com um bebê que veio ao mundo para transformar nossa vida por completo. Minha filha ainda tem 08 meses, mas minha vida já se transformou completamente. Aliás, assim que ela nasceu, antes de sairmos da maternidade. Aí o tempo vai passando. Olhamos para o berço e aquele bebêzinho, que nem mexia, mal cabe em nossos braços (mas braço de mãe carrega tudo, sempre). agora, já engatinha, daqui a pouco vai andar. vai crescer. vai para a escola, vai sair com as amigas e me achar careta. Vai pra faculdade... quanta coisa... e daqui a pouco, estaremos nós, pais, sozinhos novamente, como tudo antes de começarmos... Li outro dia um texto que fala exatamente sobre isso... se você já passou, vai saber como é. Se está no começo como eu... fica desde já um gostinho de faz tudo para não se arrepender depois... 'Antes que elas cresçam' Affonso Romano de Sant'Anna ... Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. ...

Escolinha X Babá...

Eis uma dúvida cruel, que me incomoda e me deixa pensativa por muuuito tempo... A questão é que da maneira como estou levando não dá mais... meio período em casa e meio período no trabalho (com ela). Eu fico doidinha. Concentração nela e em algo mais, 24 horas por dia. Não dá!  Preciso urgente encontrar outra saída.  E, desde que ela tinha seus 4 meses que procuro uma pessoa para me ajudar em casa com ela. Hoje, aos nove, não encontrei ninguém.  Então, parti para a opção "escolinha". Sim, sempre pensei que este não era o momento, que o certo seria quando ela tivesse falando e andando. Mas passei a considerar a possibilidade, já que não vejo outra saída.  Meu maior medo da escolinha é que ela seja judiada e, por não falar, que eu não fique sabendo. Mãããs... isso pode acontecer com uma babá também. E o pior da babá: não tem ninguém para ver. Já na escolinha, existem outras pessoas, outras crianças... Se for para fazer uma lista... ela é muito extensa de ...

Comendo sabonete...

Tem momentos em que fica uma dúvida cruel: rir ou ficar brava? Fingir que não viu ou aprender com o erro? Outro dia estou eu toda feliz e contente dando banho na minha pequena. E já há alguns tempo que ela vê o sabonete e fica doidinha pra segurá-lo. E aí, morre de rir quando sente na mão, porque escorrega e ela não consegue segurar. Até aí, tudo bem. Mãe muito inocente que sou... Achei que ela nunca ia conseguir segurar o sabonete e que o barato da questão era exatamente ele escorregar e cair na água e ela ficar feito boba tentando pegá-lo, distraída, enquanto eu termino de dar o banho. Bobinha... Eis que a baixinha deu conta de segurar o danado do sabonete.  E numa fração de segundo, mais rápido do que minha capacidade de perceber que ela tinha pego e eu precisava fazer alguma coisa... lá estava o danado levando uma boa dentada.  kkkkkkkkk Eu não sabia se ria, se segurava o sabonete, se lavava a mão dela, se tentava tirar o resto de sabonete que estava na ...

A primeira passagem de ano...

Convenhamos que quem inventou os fogos de artifício não devia gostar muito de crianças, não é mesmo? De um ano para o outro, meu reveillon passou de "Um dia divertido e lindo de se ver os fogos" a "Meu Deus! Os fogos não param e minha filha está assustadíssima!" Devo confessar que, até no reveillon anterior não tinha pensado o quanto eram chatos estes barulhos que não acabam nunca dos fogos.  Este ano tive a verdadeira noção de que um show de pirofagia não é tão legal assim. E o melhor é que eu estava na casa de amigos, que não tinham fogos para soltar. Imagina só se eu tivesse na praia? Não quero nem pensar na possibilidade. Quem sabe no ano que vem eu substituo a mamadeira da minha pequena por uma mamadeira de champanhe??? Aí, talvez ela ache mais legal tantos barulhos na cabeça dela, não???? Problemas dos pequenos à parte... Para mim, em particular, nenhum ano foi melhor que 2012. Foi, de longe, o ano mais especial da minha vida. O ano em que min...

Mãe e filhos

Somos mães e temos uma ânsia constante de ver nossos filhos maiores, crescidos e independentes. Por outro lado, sentimos falta do bebezinho tão pequenininho que chegou e mudou nossa vida. Preocupamos tanto com coisas simples e esquecemos de curtir cada momento do crescimento deles... Li uma mensagem e gostei muito... vou deixar aqui para que cada mãe possa ler e pensar um pouquinho...

Ao final do primeiro natal...

É incrível como o sentimento de realização e muita felicidade tomou conta do meu coração neste natal e alguns dias antes... Uma felicidade como há muitos anos eu não sentia no dia de natal... Sei que devo isso à Alice, pela sua vida, sua presença e a expectativa de viver com ela nosso primeiro natal... Ela adorou ver a árvore de natal, as luzes piscando, o Papai Noel... A magia do natal se fez presente entre nós... A noite de natal foi de diversão... Com os priminhos praticamente da mesma idade (embora ela seja a caçula), eles abriram os presentes, brincaram juntos com todos, se divertiram até... E a mamãe aqui, muito feliz e emocionada, tirou várias fotos e riu muito... Confesso que não me via feliz assim em dia de festas especiais há uns dez anos. Ter uma filha é ser criança novamente, é ser contagiada pela felicidade deles e se deixar levar por toda a magia que eles acr...

Expectativas do natal

Sempre fui apaixonada pelo natal. Até que, depois que casei, passei a não gostar tanto assim da data. Motivo principal: ter que dividir entre as famílias nunca me deixou muito à vontade. Assim, passei a detestar qualquer data comemorativa. Pois bem. Este ano tudo tem que ser diferente.  Minha pequena está com 08 meses e, embora seja muito novinha, já tem que aprender a gostar do natal, acreditar na magia desta data. E eu me propus a deixar de lado tudo o que me fez não gostar e despertar novamente em mim a magia, a beleza, a pureza, a inocência e o verdadeiro significado desta data. Até o momento acredito que tenho cumprido corretamente. Montamos nossa árvore e ela, embora não pudesse ajudar, olhou, acompanhou, bateu palminhas e se divertiu com o brilho das bolas. Claro que tive que colocar a árvore em um local alto senão, não teria durado nem um diazinho sequer. Saímos para passear, ver a cidade decorada. E ela cada vez mais curtindo as luzes e a beleza. Agora, estamo...

Mãe Coruja? SIM! E você???

Se eu falei do significado da coruja, não adianta fugir da velha frase que somos chamadas o tempo todo... "Mãe coruja". Sim, sou mãe coruja! Amo minha filha! Faço tudo por ela, defendo, brigo, viro leoa se for preciso. Quero mantê-la debaixo da minha asa, mesmo sabendo que nem sempre é possível e que com o tempo, ela vai alçar vôo.  E ai de quem ousar falar mal da minha baixinha, magoá-la, excluí-la ou fazer qualquer coisa que não lhe faça bem! Seja quem for, doa a quem doer, menos na minha lindinha!  Então, pensando em corujas e em nós mães, busquei o significado de mãe coruja e encontrei uma bela história que resolvi compartilhar! O que é Mãe Coruja:     Mãe coruja significa o verdadeiro amor de mãe, que não vê nos seus filhos nenhuma imperfeição. Designa uma mãe muito zelosa, preocupada com os seus filhos e que os protege em todas as situações. A expressão surgiu com a fábula "A Coruja e a Águia", do escritor francês La Fontaine, também reescrit...

Eu defendo minha cria!

Mulher depois que tem filho vira bicho, defende sua cria com unhas e dentes, doa a quem doer.  Isso é fato. O mais interessante é que não interessa de quem ela esteja defendendo ou se existe um motivo realmente forte. Basta imaginar que sua filha está sendo deixada de lado, maltratada ou qualquer coisa mais simples que a gente coloca as garras de fora pra defender. Não acho errado. Afinal, até que eles cresçam e aprendam a se defender sozinhos, eles têm somente a mãe para ajudá-los. Digo somente a mãe porque o pai vai perceber o problema apenas quando for realmente grande e significativo.  Eu estou me segurando para não responder, retrucar algumas situações. Apenas por respeito aos mais velhos.  Mas 8 meses depois do nascimento e de engolir muitos sapos e defender muito minha cria de pequenas atitudes que me incomodam... estou vendo a hora de colocar as minhas garras à mostra e deixar claro o que gosto e não gosto. Às vezes fico pensando se seria eu muito cha...

A culpa é da mãe!

É, a culpa é mesmo da mãe! Como mãe, mulher, esposa, dona de casa, trabalhadora fora de casa... é difícil dar conta de tudo de forma tranquila e saudável.  Sinto que a cada dia que passa o sentimento de culpa se faz presente na minha vida, mesmo que eu me esforce para afastá-lo. e, infelizmente, percebo que este sentimento não é só meu e sim da maioria das mães que trabalham fora, que lutam, que precisam deixar seus filhos sob os cuidados de outras pessoas.  Eu parei de trabalhar meio período para ficar com minha filha. E no meio período que trabalho, levo ela comigo, já que não tenho babá. Assim como também não tenho ninguém que me ajude em casa. Então, o meio período que fico em casa com ela, me restam várias atividades domésticas, inclusive o almoço e papinha da pequena. Parece pouco, mas não é! Trabalhar (seja em casa ou no trabalho mesmo) com ela o tempo todo pedindo atenção e sem ter condições de dar toda a atenção que ela quer me faz pensar sobre... será que nã...

Os antigos sempre têm razão...

Quando comecei a frequentar a família do meu marido, achava engraçado o "Vô Rogério" dizer que O casamento só começa quando nascem os filhos . E sempre que um casal tinha filhos, ele desejava felicidades pelo casamento.  Sempre respeitei, claro. Mas não entendi aquilo, nem o tal ditado que ele insistia em repetir sempre que via bebês ou casais casando ou tendo filhos.  Hoje, depois de seis anos de casamento e oito meses depois de ser mãe, tenho certeza absoluta de que ele sempre teve razão. E sim, O casamento só começa quando nascem os filhos . Não vou dizer que passei por crises no casamento depois que a Alice nasceu ou que houveram grandes transformações. Mas são as pequenas mudanças no dia-a-dia que fazem a diferença. Antes, éramos apenas meu marido e eu, com atenção totalmente ficada em nós e um no outro. Hoje, temos nossas atenções totalmente focadas em nossa filha e, quando sobra um tempinho, em nós próprios e por último, um no outro. Parece óbvio, mas no dia-a...

Fim da Amamentação...

Coração de mãe é complicado, não? A gente sempre tem motivos para rir e chorar, para sentir amor, culpa, paixão... Minha filha pegou mamadeira desde os cinco meses, quando à noite eu acordava de hora em hora para amamentar. De início, era só para dormir à noite. De dia, eu continuava amamentando normalmente, já que estava introduzindo a alimentação e ela estava mamando menos. Aos seis meses já dava a mamadeira da noite e, pelo menos uma à tarde, já que para dormir à tarde ela precisava da mamadeira e meu peito não era mais suficiente. Pouco antes de ela completar sete meses, percebi que meu peito era mais uma chupeta do que fonte de alimentação. Ela passou a mamar pouco e quando pegava era mais para brincar do que para mamar. Essa situação foi me deixando bastante chateada. Senti que a amamentação não cumpria mais o seu papel, de alimentar. Mas ela ainda mamava no meio da noite. Então, não queria tirar. Mas foi aí que ela passou a acordar uma vez só à noite e, mais uma...

Alergia ao leite... novamente!

Como  já comentei há algum tempo, desde que minha filha tem 1 mês e meio percebemos nela uma alergia ao leite. Por tudo que li (e postei aqui ), cheguei à conclusão de que é alergia à proteína do leite e não à lactose. Mas... com o passar do tempo, as coisas foram melhorando. Aos cinco meses introduzi mamadeira com leite de soja e aos seis meses introduzi o leite normal, Aptamil. Ela não teve nenhuma reação, o que me deixou feliz. aos poucos fomos testando outras coisas como queijo, requeijão e ela não apresentou nenhuma reação.  Agora, aos praticamente 8 meses, ela já experimentou bastante coisa de leite e não teve reação nenhuma. Mudamos o pediatra por conta de uma forte tosse que ela teve e o pediatra dela não pôde atender. Aproveitei para perguntar melhor sobre a alimentação e o que mais poderia introduzir. Inclusive, comentei da alergia. Ela explicou que a maioria das crianças têm isso quando bebêzinhos pois não têm todas as enzimas para digerir a lactose e prote...

Carta de um recém nascido

Entre muitas mensagens que circulam na internet, algumas realmente são emocionantes e marcam quando lemos, não é? Não sei se porque nos identificamos com o texto, ou se é porque é realmente emocionante... Li outro dia uma mensagem que é uma carta, como se fosse escrita por um recém nascido. Me fez enxergar minha filha (já não mais recém nascida) com outros olhos e saber inclusive entender alguns momentos que passamos com estes pequenos.  Vou compartilhar aqui... Querida mamãe, Esta noite acordei estranhando o silêncio. Não havia barulho algum e pensei que o mundo tinha até acabado e você esquecido de mim. Coloquei a boca no trombone e você apareceu. Ainda bem.Fiquei tão feliz no calor do seu peito que acabei pegando no sono antes de mamar tudo o que precisava. Quando percebi que você ia me colocar no berço, chorei de novo. Mas não tente negar, você estava com pressa para ir dormir outra vez.Você me deu de mamar novamente, assim, meio apressadinha e depois resolveu tro...

A primeira febre

Depois de sete meses de vida, eis que enfrentamos a primeira febre da nossa pequena! Tudo bem, já passamos por hipóteses bem mais difíceis, como quando suspeitávamos que ela estava com hepatite. Mas uma febre levanta suspeita de várias coisas e como é ruim ver a criança dodói... Começou (para variar) no feriado, quinta-feira, 15/11. Pode ter certeza: os problemas sempre aparecem em feriado, fim de semana ou nas férias do seu pediatra. E na minha maravilhosa cidade, assim como na maioria do estado de São Paulo, foi feriado na quinta e hoje, terça-feira, 20/11. Com isso, muitas pessoas emendaram e, como resultado, não se encontra ninguém. Minha pequena ficou bem manhosa, reclamando, querendo colo. O que não é de costume dela. Começamos a medicar com antitérmico na quinta à noite. Mas na segunda dose já não consegui espaçar seis horas e na terceira, só consegui um espaço de três horas. Mudei o antitérmico de Tylenol para Alivium (que para mim até então, era só antitérmico. tenho co...

Preparando o 1º aninho - O que fazer em casa

Já disse aqui que adoro trabalhos manuais. Já disse também que acho muito importante que participemos ativamente desta data tão importante de nossos filhos. Aí, vem o maridão e diz: "Você perde tanto tempo preparando tanta coisa, para quê? Ninguém guarda! Ninguém dá valor! Se você pagar, você tem tempo pra tantas outras coisas." E o pior é que ele tem razão, o que me dá mais raiva. Mas meu conflito é que sinto que devo fazer. Não pelo valor ou pelo que as pessoas dão de valor. E sim pela minha consciência. No chá de bebê dela, fiz muitas coisas. Fiz o convitinho, que ficou lindo: uma xícara de café com o nome dela adesivado junto com o convite escrito. (não tenho fotos aqui para postar) Fiz as lembrancinhas com potinhos de papinha nestlé, com o nome dela adesivado e recheado de jujubas.  Fiz tudo o que servimos e ainda montei árvores de marshmalow para decorar e os docinhos. Como resolvi fazer um chá da tarde mesmo... fiz vários bolos, brigadeiro, beijinho, croi...

Planejando o 1º aninho - Convidados

Eis uma questão delicada e complicada. Meu marido e eu costumamos pensar apenas nas pessoas que fazem parte da nossa rotina, do nosso dia-a-dia e, no caso da nossa filha, das pessoas que participaram da criação e crescimento dela. Porém, sabemos que aniversário não é bem assim e que temos que chamar algumas pessoas que não participam tanto. Eu também tenho alguns queridos que gostaria de convidar e que não estão tão presentes assim no nosso dia-a-dia. Eis um tema que me deixa pensativa.  Por fim, sei que ninguém, nem eu nem nenhum outro casal, vai conseguir agradar a todos. Se convidar ou não, alguém vai ficar insatisfeito. E sempre que lembro disso, acabo optando por chamar aqueles próximos, simples assim. Mesmo porque não temos condições de fazer uma festa para muitas pessoas. Outra coisa... penso que muitos casais aproveitam a comemoração do 1º aniversário para "expor" seu filho. Aí, convidam clientes, amigos, colegas de profissão, do futebol, da dan...

Sete meses...

Minha baixinha completou sete meses. E no meu coração, muita alegria de tê-la fazendo parte da minha vida. Com sete meses ela... * Já está com quatro dentinhos na boca e batendo uns nos outros. * Falou papai. Fala sílabas como lá, bo, te... * Já teve as refeições todas incluídas e come muito bem. Até hoje não rejeitou nada do que ofereci. * Rola bastante e acha que está engatinhando (mas não está) * Adora os dvds da Galinha Pintadinha * Bate as mãozinhas na água durante o banho e faz a maior festa. * Bate palminha e fala "êêêêê", fazendo a maior farra (como a mamãe ensinou) * Come pão e quando acaba ou ela derruba, olha para o pai com as mãozinhas para cima e diz "bô". * Toma água no copo como se fosse gente grande. E como toda boa criança, está aprendendo a fazer birra (coisa que eu odeio) Amo ser mãe. Amo acordar todos os dias e ver o sorriso lindo dela. Amo cada minuto de vida que tenho desde que ela nasceu. Minha vida mudou muito neste tempo. M...