Eis uma questão delicada e complicada.
Meu marido e eu costumamos pensar apenas nas pessoas que fazem parte da nossa rotina, do nosso dia-a-dia e, no caso da nossa filha, das pessoas que participaram da criação e crescimento dela.
Porém, sabemos que aniversário não é bem assim e que temos que chamar algumas pessoas que não participam tanto.
Eu também tenho alguns queridos que gostaria de convidar e que não estão tão presentes assim no nosso dia-a-dia.
Eis um tema que me deixa pensativa.
Por fim, sei que ninguém, nem eu nem nenhum outro casal, vai conseguir agradar a todos. Se convidar ou não, alguém vai ficar insatisfeito.
E sempre que lembro disso, acabo optando por chamar aqueles próximos, simples assim.
Mesmo porque não temos condições de fazer uma festa para muitas pessoas.
Outra coisa... penso que muitos casais aproveitam a comemoração do 1º aniversário para "expor" seu filho. Aí, convidam clientes, amigos, colegas de profissão, do futebol, da dança... tudo para mostrar que têm um filho e que podem fazer para ele uma festa de aniversário.
Aff... longe de mim isso! Aparece pessoas que nunca nem viram seu filho. Pra quê? Pra conhecê-lo? O que lhes interessa nesta data? Comer e beber de graça?
Me desculpem os que discordam (e cada um tem direito de pensar como quiser). Não gosto disso. Não sou nem nunca fui assim. Não gosto de prestar contas para a sociedade. Muito menos quando o assunto é minha filha.
Não coloquei filha no mundo para expor para todos. Ela está comigo para ser um ser humano digno de respeito e de ter sua vida preservada para aqueles que lhe querem bem.
Aí, vai dizer que eu exponho no blog. Comento alguns fatos que eu, como mãe, vejo de engraçado, de dificuldade, etc. Mas não coloco fotos e raramente coloco o nome dela...
Voltando ao assunto... aniversário é para os próximos, penso eu. Sendo assim, espero fazer uma festinha para poucos. Média de 40 adultos e 10 crianças (contado os pequenos, do tamanho dela). Será que consigo?
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