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A culpa é da mãe!

É, a culpa é mesmo da mãe! Como mãe, mulher, esposa, dona de casa, trabalhadora fora de casa... é difícil dar conta de tudo de forma tranquila e saudável.  Sinto que a cada dia que passa o sentimento de culpa se faz presente na minha vida, mesmo que eu me esforce para afastá-lo. e, infelizmente, percebo que este sentimento não é só meu e sim da maioria das mães que trabalham fora, que lutam, que precisam deixar seus filhos sob os cuidados de outras pessoas.  Eu parei de trabalhar meio período para ficar com minha filha. E no meio período que trabalho, levo ela comigo, já que não tenho babá. Assim como também não tenho ninguém que me ajude em casa. Então, o meio período que fico em casa com ela, me restam várias atividades domésticas, inclusive o almoço e papinha da pequena. Parece pouco, mas não é! Trabalhar (seja em casa ou no trabalho mesmo) com ela o tempo todo pedindo atenção e sem ter condições de dar toda a atenção que ela quer me faz pensar sobre... será que nã...

Fim da Amamentação...

Coração de mãe é complicado, não? A gente sempre tem motivos para rir e chorar, para sentir amor, culpa, paixão... Minha filha pegou mamadeira desde os cinco meses, quando à noite eu acordava de hora em hora para amamentar. De início, era só para dormir à noite. De dia, eu continuava amamentando normalmente, já que estava introduzindo a alimentação e ela estava mamando menos. Aos seis meses já dava a mamadeira da noite e, pelo menos uma à tarde, já que para dormir à tarde ela precisava da mamadeira e meu peito não era mais suficiente. Pouco antes de ela completar sete meses, percebi que meu peito era mais uma chupeta do que fonte de alimentação. Ela passou a mamar pouco e quando pegava era mais para brincar do que para mamar. Essa situação foi me deixando bastante chateada. Senti que a amamentação não cumpria mais o seu papel, de alimentar. Mas ela ainda mamava no meio da noite. Então, não queria tirar. Mas foi aí que ela passou a acordar uma vez só à noite e, mais uma...

A primeira febre

Depois de sete meses de vida, eis que enfrentamos a primeira febre da nossa pequena! Tudo bem, já passamos por hipóteses bem mais difíceis, como quando suspeitávamos que ela estava com hepatite. Mas uma febre levanta suspeita de várias coisas e como é ruim ver a criança dodói... Começou (para variar) no feriado, quinta-feira, 15/11. Pode ter certeza: os problemas sempre aparecem em feriado, fim de semana ou nas férias do seu pediatra. E na minha maravilhosa cidade, assim como na maioria do estado de São Paulo, foi feriado na quinta e hoje, terça-feira, 20/11. Com isso, muitas pessoas emendaram e, como resultado, não se encontra ninguém. Minha pequena ficou bem manhosa, reclamando, querendo colo. O que não é de costume dela. Começamos a medicar com antitérmico na quinta à noite. Mas na segunda dose já não consegui espaçar seis horas e na terceira, só consegui um espaço de três horas. Mudei o antitérmico de Tylenol para Alivium (que para mim até então, era só antitérmico. tenho co...

Preparando o 1º aninho - O que fazer em casa

Já disse aqui que adoro trabalhos manuais. Já disse também que acho muito importante que participemos ativamente desta data tão importante de nossos filhos. Aí, vem o maridão e diz: "Você perde tanto tempo preparando tanta coisa, para quê? Ninguém guarda! Ninguém dá valor! Se você pagar, você tem tempo pra tantas outras coisas." E o pior é que ele tem razão, o que me dá mais raiva. Mas meu conflito é que sinto que devo fazer. Não pelo valor ou pelo que as pessoas dão de valor. E sim pela minha consciência. No chá de bebê dela, fiz muitas coisas. Fiz o convitinho, que ficou lindo: uma xícara de café com o nome dela adesivado junto com o convite escrito. (não tenho fotos aqui para postar) Fiz as lembrancinhas com potinhos de papinha nestlé, com o nome dela adesivado e recheado de jujubas.  Fiz tudo o que servimos e ainda montei árvores de marshmalow para decorar e os docinhos. Como resolvi fazer um chá da tarde mesmo... fiz vários bolos, brigadeiro, beijinho, croi...

Planejando o 1º aninho - Convidados

Eis uma questão delicada e complicada. Meu marido e eu costumamos pensar apenas nas pessoas que fazem parte da nossa rotina, do nosso dia-a-dia e, no caso da nossa filha, das pessoas que participaram da criação e crescimento dela. Porém, sabemos que aniversário não é bem assim e que temos que chamar algumas pessoas que não participam tanto. Eu também tenho alguns queridos que gostaria de convidar e que não estão tão presentes assim no nosso dia-a-dia. Eis um tema que me deixa pensativa.  Por fim, sei que ninguém, nem eu nem nenhum outro casal, vai conseguir agradar a todos. Se convidar ou não, alguém vai ficar insatisfeito. E sempre que lembro disso, acabo optando por chamar aqueles próximos, simples assim. Mesmo porque não temos condições de fazer uma festa para muitas pessoas. Outra coisa... penso que muitos casais aproveitam a comemoração do 1º aniversário para "expor" seu filho. Aí, convidam clientes, amigos, colegas de profissão, do futebol, da dan...

Para mãe, todo filho(a) é lindo(a)!

Hoje estava olhando minha filha com aquela cara e paixão que vem dos pais. E comentei com meu marido o quanto nossa filha é linda. Ele riu e me respondeu: "Toda mãe acha seu filho lindo, independente da beleza que realmente tem". E fiquei com isso na cabeça. Mas o que importa é realmente o que nós mães achamos e acreditamos. outro dia estava lendo sobre isso... todo filho vê nos olhos da mãe o que ela pensa e sente sobre ele. Portanto, se você só pensa coisas boas de seu filho, se você acredita nele, se dá segurança (emocional) à ele; é isso que ele vai receber e ser. Mas se lá no fundinho você pensar que seu filho não é capaz, que está fazendo coisa errada, que não tem capacidade... não adianta tentar expressar o contrário. seu filho vai saber ler seus sentimentos mais profundos e é nisso que ele vai acreditar. Nós mães, ao assumirmos ser mãe, assumimos mais do que colocar um ser humano no mundo. assumimos a responsabilidade de fazer daquela criança um ser humano emocion...

Saindo da toca...

Com três meses completos e a primeira dose das vacinas já tomada, eu começo a sair da toca com minha pequena. E como é engraçado tudo isso. Eu sempre fui independente, certa de mim e das minhas coisas, do que quero fazer ou ir. Desde muito nova aprendi a tomar minhas decisões, a decidir, a não perguntar muito para os outros o que devia ou não fazer. E então, até agora, depois da chegada da minha filha, sinto-me totalmente insegura. É uma sensação estranha... Um misto de medo da rua, medo de acontecer alguma coisa, de não dar conta dos passeios... Então, passei a perguntar ao meu marido sobre tudo, se devia sair, se podia fazer tal coisa, etc. Tal situação está me deixando extremamente chateada, magoada comigo mesma. O que no geral, me deixa ainda mais insegura. Na semana passada resolvi que tomaria atitudes. Então, peguei o carro e fui passear com ela. Só nós duas. Saímos, fomos comprar coisas para a casa. Não foi bem um passeeeeeio, mas para mim, foi o suficiente para eu perceb...

Filhos X Trabalho

Sempe trabalhei fora, desde os meus 17 anos. E sempre lutei para isso. Não por necessidade, mas porque o trabalho me preenche, me completa, me faz sentir bem e útil. Sempre critiquei as mães que, com a chegada dos bebês, abandona sua vida para ficar anos por conta exclusivamente da criança. Mas quando a gente fala sem viver é fácil.  Agora estou do outro lado. Com minha filha pequena, de apenas três meses e pensando no que fazer quando completarem os fatídicos 4 meses de licença maternidade. Minha sorte é que trabalhei até o último dia antes do nascimento dela. Tenho algumas vantagens, não vou negar! Posso trabalhar apenas meio período, posso levá-la comigo de vez em quando... Por outro lado, ainda tenho parte do serviço sendo feita em casa, durante meu afastamento. Por opção minha também, devo admitir. Não é muito, mas tenho uma distração a mais. A questão é que assim como a maioria das mulheres neste momento da vida, eu também não quero deixar minha Princesa com ning...