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Mostrando postagens com o rótulo sentimento

Os filhos crescem?

Um dia nascemos como mães, junto com um bebê que veio ao mundo para transformar nossa vida por completo. Minha filha ainda tem 08 meses, mas minha vida já se transformou completamente. Aliás, assim que ela nasceu, antes de sairmos da maternidade. Aí o tempo vai passando. Olhamos para o berço e aquele bebêzinho, que nem mexia, mal cabe em nossos braços (mas braço de mãe carrega tudo, sempre). agora, já engatinha, daqui a pouco vai andar. vai crescer. vai para a escola, vai sair com as amigas e me achar careta. Vai pra faculdade... quanta coisa... e daqui a pouco, estaremos nós, pais, sozinhos novamente, como tudo antes de começarmos... Li outro dia um texto que fala exatamente sobre isso... se você já passou, vai saber como é. Se está no começo como eu... fica desde já um gostinho de faz tudo para não se arrepender depois... 'Antes que elas cresçam' Affonso Romano de Sant'Anna ... Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. ...

Escolinha X Babá...

Eis uma dúvida cruel, que me incomoda e me deixa pensativa por muuuito tempo... A questão é que da maneira como estou levando não dá mais... meio período em casa e meio período no trabalho (com ela). Eu fico doidinha. Concentração nela e em algo mais, 24 horas por dia. Não dá!  Preciso urgente encontrar outra saída.  E, desde que ela tinha seus 4 meses que procuro uma pessoa para me ajudar em casa com ela. Hoje, aos nove, não encontrei ninguém.  Então, parti para a opção "escolinha". Sim, sempre pensei que este não era o momento, que o certo seria quando ela tivesse falando e andando. Mas passei a considerar a possibilidade, já que não vejo outra saída.  Meu maior medo da escolinha é que ela seja judiada e, por não falar, que eu não fique sabendo. Mãããs... isso pode acontecer com uma babá também. E o pior da babá: não tem ninguém para ver. Já na escolinha, existem outras pessoas, outras crianças... Se for para fazer uma lista... ela é muito extensa de ...

Expectativas do natal

Sempre fui apaixonada pelo natal. Até que, depois que casei, passei a não gostar tanto assim da data. Motivo principal: ter que dividir entre as famílias nunca me deixou muito à vontade. Assim, passei a detestar qualquer data comemorativa. Pois bem. Este ano tudo tem que ser diferente.  Minha pequena está com 08 meses e, embora seja muito novinha, já tem que aprender a gostar do natal, acreditar na magia desta data. E eu me propus a deixar de lado tudo o que me fez não gostar e despertar novamente em mim a magia, a beleza, a pureza, a inocência e o verdadeiro significado desta data. Até o momento acredito que tenho cumprido corretamente. Montamos nossa árvore e ela, embora não pudesse ajudar, olhou, acompanhou, bateu palminhas e se divertiu com o brilho das bolas. Claro que tive que colocar a árvore em um local alto senão, não teria durado nem um diazinho sequer. Saímos para passear, ver a cidade decorada. E ela cada vez mais curtindo as luzes e a beleza. Agora, estamo...

Mãe Coruja? SIM! E você???

Se eu falei do significado da coruja, não adianta fugir da velha frase que somos chamadas o tempo todo... "Mãe coruja". Sim, sou mãe coruja! Amo minha filha! Faço tudo por ela, defendo, brigo, viro leoa se for preciso. Quero mantê-la debaixo da minha asa, mesmo sabendo que nem sempre é possível e que com o tempo, ela vai alçar vôo.  E ai de quem ousar falar mal da minha baixinha, magoá-la, excluí-la ou fazer qualquer coisa que não lhe faça bem! Seja quem for, doa a quem doer, menos na minha lindinha!  Então, pensando em corujas e em nós mães, busquei o significado de mãe coruja e encontrei uma bela história que resolvi compartilhar! O que é Mãe Coruja:     Mãe coruja significa o verdadeiro amor de mãe, que não vê nos seus filhos nenhuma imperfeição. Designa uma mãe muito zelosa, preocupada com os seus filhos e que os protege em todas as situações. A expressão surgiu com a fábula "A Coruja e a Águia", do escritor francês La Fontaine, também reescrit...

Eu defendo minha cria!

Mulher depois que tem filho vira bicho, defende sua cria com unhas e dentes, doa a quem doer.  Isso é fato. O mais interessante é que não interessa de quem ela esteja defendendo ou se existe um motivo realmente forte. Basta imaginar que sua filha está sendo deixada de lado, maltratada ou qualquer coisa mais simples que a gente coloca as garras de fora pra defender. Não acho errado. Afinal, até que eles cresçam e aprendam a se defender sozinhos, eles têm somente a mãe para ajudá-los. Digo somente a mãe porque o pai vai perceber o problema apenas quando for realmente grande e significativo.  Eu estou me segurando para não responder, retrucar algumas situações. Apenas por respeito aos mais velhos.  Mas 8 meses depois do nascimento e de engolir muitos sapos e defender muito minha cria de pequenas atitudes que me incomodam... estou vendo a hora de colocar as minhas garras à mostra e deixar claro o que gosto e não gosto. Às vezes fico pensando se seria eu muito cha...

A culpa é da mãe!

É, a culpa é mesmo da mãe! Como mãe, mulher, esposa, dona de casa, trabalhadora fora de casa... é difícil dar conta de tudo de forma tranquila e saudável.  Sinto que a cada dia que passa o sentimento de culpa se faz presente na minha vida, mesmo que eu me esforce para afastá-lo. e, infelizmente, percebo que este sentimento não é só meu e sim da maioria das mães que trabalham fora, que lutam, que precisam deixar seus filhos sob os cuidados de outras pessoas.  Eu parei de trabalhar meio período para ficar com minha filha. E no meio período que trabalho, levo ela comigo, já que não tenho babá. Assim como também não tenho ninguém que me ajude em casa. Então, o meio período que fico em casa com ela, me restam várias atividades domésticas, inclusive o almoço e papinha da pequena. Parece pouco, mas não é! Trabalhar (seja em casa ou no trabalho mesmo) com ela o tempo todo pedindo atenção e sem ter condições de dar toda a atenção que ela quer me faz pensar sobre... será que nã...

08 meses... o tempo está voando!

Hoje minha filha completa 08 meses... Um mês com tantas novidades... cheio de acontecimentos na vida da minha pequena... - Alice teve sua primeira febre, dor de garganta e também tomou antibiótico pela primeira vez na vida para evitar uma pneumonia. Quase matou papai e mamãe de susto! - Deveria ter conhecido a praia, mas não foi porque ficou dodói. - Ganhou mais dentinhos e agora já somam seis, sendo quatro em cima e dois em baixo. - Aprendeu a fazer gracinhas para chamar atenção das pessoas - Aprendeu a engatinhar. Se arrastou pela casa toda o mês inteirinho. Não de joelhos, como deveria. De barriga. Mas já corria tanto que ainda está com preguiça de engatinhar de joelhos.  - Riu tanto com o papai que a mamãe (curiosa) largou o serviço da cozinha para ver o que estava acontecendo (e rir junto). - Montou sua primeira árvore de natal com a mamãe e se encantou com as bolinhas (claro!) - Passou a comer pedacinhos, deixando de lado aquela papinha amassadinha (mas del...

Os antigos sempre têm razão...

Quando comecei a frequentar a família do meu marido, achava engraçado o "Vô Rogério" dizer que O casamento só começa quando nascem os filhos . E sempre que um casal tinha filhos, ele desejava felicidades pelo casamento.  Sempre respeitei, claro. Mas não entendi aquilo, nem o tal ditado que ele insistia em repetir sempre que via bebês ou casais casando ou tendo filhos.  Hoje, depois de seis anos de casamento e oito meses depois de ser mãe, tenho certeza absoluta de que ele sempre teve razão. E sim, O casamento só começa quando nascem os filhos . Não vou dizer que passei por crises no casamento depois que a Alice nasceu ou que houveram grandes transformações. Mas são as pequenas mudanças no dia-a-dia que fazem a diferença. Antes, éramos apenas meu marido e eu, com atenção totalmente ficada em nós e um no outro. Hoje, temos nossas atenções totalmente focadas em nossa filha e, quando sobra um tempinho, em nós próprios e por último, um no outro. Parece óbvio, mas no dia-a...

Fim da Amamentação...

Coração de mãe é complicado, não? A gente sempre tem motivos para rir e chorar, para sentir amor, culpa, paixão... Minha filha pegou mamadeira desde os cinco meses, quando à noite eu acordava de hora em hora para amamentar. De início, era só para dormir à noite. De dia, eu continuava amamentando normalmente, já que estava introduzindo a alimentação e ela estava mamando menos. Aos seis meses já dava a mamadeira da noite e, pelo menos uma à tarde, já que para dormir à tarde ela precisava da mamadeira e meu peito não era mais suficiente. Pouco antes de ela completar sete meses, percebi que meu peito era mais uma chupeta do que fonte de alimentação. Ela passou a mamar pouco e quando pegava era mais para brincar do que para mamar. Essa situação foi me deixando bastante chateada. Senti que a amamentação não cumpria mais o seu papel, de alimentar. Mas ela ainda mamava no meio da noite. Então, não queria tirar. Mas foi aí que ela passou a acordar uma vez só à noite e, mais uma...

Alergia ao leite... novamente!

Como  já comentei há algum tempo, desde que minha filha tem 1 mês e meio percebemos nela uma alergia ao leite. Por tudo que li (e postei aqui ), cheguei à conclusão de que é alergia à proteína do leite e não à lactose. Mas... com o passar do tempo, as coisas foram melhorando. Aos cinco meses introduzi mamadeira com leite de soja e aos seis meses introduzi o leite normal, Aptamil. Ela não teve nenhuma reação, o que me deixou feliz. aos poucos fomos testando outras coisas como queijo, requeijão e ela não apresentou nenhuma reação.  Agora, aos praticamente 8 meses, ela já experimentou bastante coisa de leite e não teve reação nenhuma. Mudamos o pediatra por conta de uma forte tosse que ela teve e o pediatra dela não pôde atender. Aproveitei para perguntar melhor sobre a alimentação e o que mais poderia introduzir. Inclusive, comentei da alergia. Ela explicou que a maioria das crianças têm isso quando bebêzinhos pois não têm todas as enzimas para digerir a lactose e prote...

Planejando o 1º aninho

Parece que falta tanto tempo, mas ao mesmo tempo falta tão pouco para o aniversário de 1 aninho da minha pequena... E quando penso em começar a planejar... às vezes acho que estou atrasada e às vezes acho que estou sendo precipitada.  Mesmo assim, estou me apressando com alguns detalhes e quero muito que seja como EU quero. Nunca quis fazer um aniversário de um aninho para mostrar aos outros ou expor minha filha. Aliás, acho isso o fim. A criança não é um troféu que se deve ficar exibindo por aí... Mas sempre tive o sonho de fazer este aniversário para mim. Alguns dizem que o primeiro aninho da criança é para os pais. No meu caso, vai ser mesmo. Sou apaixonada por decoração das mesas de bolo. adoooro estas mesas estilo provençal que está em alta. Então, quero muito. Por outro lado, não tenho coragem de gastar muito dinheiro. E já vi que com pouco é difícil de fazer. muitos conflitos envolvem esta data. Ainda bem que conflitos nada tão importantes quando o motivo da com...

Saindo da toca...

Com três meses completos e a primeira dose das vacinas já tomada, eu começo a sair da toca com minha pequena. E como é engraçado tudo isso. Eu sempre fui independente, certa de mim e das minhas coisas, do que quero fazer ou ir. Desde muito nova aprendi a tomar minhas decisões, a decidir, a não perguntar muito para os outros o que devia ou não fazer. E então, até agora, depois da chegada da minha filha, sinto-me totalmente insegura. É uma sensação estranha... Um misto de medo da rua, medo de acontecer alguma coisa, de não dar conta dos passeios... Então, passei a perguntar ao meu marido sobre tudo, se devia sair, se podia fazer tal coisa, etc. Tal situação está me deixando extremamente chateada, magoada comigo mesma. O que no geral, me deixa ainda mais insegura. Na semana passada resolvi que tomaria atitudes. Então, peguei o carro e fui passear com ela. Só nós duas. Saímos, fomos comprar coisas para a casa. Não foi bem um passeeeeeio, mas para mim, foi o suficiente para eu perceb...

Filhos X Trabalho

Sempe trabalhei fora, desde os meus 17 anos. E sempre lutei para isso. Não por necessidade, mas porque o trabalho me preenche, me completa, me faz sentir bem e útil. Sempre critiquei as mães que, com a chegada dos bebês, abandona sua vida para ficar anos por conta exclusivamente da criança. Mas quando a gente fala sem viver é fácil.  Agora estou do outro lado. Com minha filha pequena, de apenas três meses e pensando no que fazer quando completarem os fatídicos 4 meses de licença maternidade. Minha sorte é que trabalhei até o último dia antes do nascimento dela. Tenho algumas vantagens, não vou negar! Posso trabalhar apenas meio período, posso levá-la comigo de vez em quando... Por outro lado, ainda tenho parte do serviço sendo feita em casa, durante meu afastamento. Por opção minha também, devo admitir. Não é muito, mas tenho uma distração a mais. A questão é que assim como a maioria das mulheres neste momento da vida, eu também não quero deixar minha Princesa com ning...

Enfim, o Batismo!

Um dia tão feliz e com um toque tão especial!  Foi durante o fatídico fim de semana com suspeita de hepatite que minha Princesinha foi batizada! Um domingo especial, um lindo dia e minha Princesinha maravilhosa. Estava sorridente! Fomos batizá-la! Convidamos apenas famíliares próximos e amigos que convivem conosco diariamente.  E de repente, começaram as "providencias" (nesta hora, não acredito muito em coincidências). Eu havia sido colocada no último banco. Ou seja: minha filha seria a última a passar por todos os processos do batismo. Mas tudo bem, nem havia pensado nisso. estou toda distraída, cumprimentando minha família quando o senhor que estava organizando me chamou e pediu que eu ocupasse o primeiro banco. Sim, ele tiroou a criança que estava lá e nos colocou, não sei por quê! Sei apenas que fiquei toda arrepiada quando me dei conta do ocorrido.  A cerimônia começou e foi muito especial. Quando chegou a hora do batismo mesmo, de jogar a água da cabeci...

O primeiro dia das mães a gente nunca esquece!

Minha pequenina tem pouco mais de um mês e já vou passar pelo meu primeiro dia das mães. Confesso que não sou fã desta data. Aliás... eu sempre gostei de datas especiais, como natal, páscoa, dia das mães, dia dos pais. Mas de repente tudo isso virou data de obrigação, de chateações, de ter que dividir entre famílias (minha e do maridão) e eu passei a ter pavor destas datas. Não só da data em si mas do período de aproximação e de toda a tensão que sinto neste tempo. Este ano não foi diferente. Uma semana tensa, de preocupação do que fazer, de quem não magoar, do que iria ouvir, etc. Mas de repente, na véspera do tão esperado dia, eis que me sinto invadida por um sentimento bom. Quando comecei a pensar que eu não era apenas filha mas era mãe também, fiquei muito feliz. E a cada vez que eu olhava para o rostinho da minha Fofolete eu me sentia especial. Um sentimento gostoso, forte, emocionante, que enche o coração da gente de alegria. A alegria de lembrar que somos mãe, que sou...