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Mostrando postagens com o rótulo sentimentos

Escolinha X Babá...

Eis uma dúvida cruel, que me incomoda e me deixa pensativa por muuuito tempo... A questão é que da maneira como estou levando não dá mais... meio período em casa e meio período no trabalho (com ela). Eu fico doidinha. Concentração nela e em algo mais, 24 horas por dia. Não dá!  Preciso urgente encontrar outra saída.  E, desde que ela tinha seus 4 meses que procuro uma pessoa para me ajudar em casa com ela. Hoje, aos nove, não encontrei ninguém.  Então, parti para a opção "escolinha". Sim, sempre pensei que este não era o momento, que o certo seria quando ela tivesse falando e andando. Mas passei a considerar a possibilidade, já que não vejo outra saída.  Meu maior medo da escolinha é que ela seja judiada e, por não falar, que eu não fique sabendo. Mãããs... isso pode acontecer com uma babá também. E o pior da babá: não tem ninguém para ver. Já na escolinha, existem outras pessoas, outras crianças... Se for para fazer uma lista... ela é muito extensa de ...

Mãe Coruja? SIM! E você???

Se eu falei do significado da coruja, não adianta fugir da velha frase que somos chamadas o tempo todo... "Mãe coruja". Sim, sou mãe coruja! Amo minha filha! Faço tudo por ela, defendo, brigo, viro leoa se for preciso. Quero mantê-la debaixo da minha asa, mesmo sabendo que nem sempre é possível e que com o tempo, ela vai alçar vôo.  E ai de quem ousar falar mal da minha baixinha, magoá-la, excluí-la ou fazer qualquer coisa que não lhe faça bem! Seja quem for, doa a quem doer, menos na minha lindinha!  Então, pensando em corujas e em nós mães, busquei o significado de mãe coruja e encontrei uma bela história que resolvi compartilhar! O que é Mãe Coruja:     Mãe coruja significa o verdadeiro amor de mãe, que não vê nos seus filhos nenhuma imperfeição. Designa uma mãe muito zelosa, preocupada com os seus filhos e que os protege em todas as situações. A expressão surgiu com a fábula "A Coruja e a Águia", do escritor francês La Fontaine, também reescrit...

Os antigos sempre têm razão...

Quando comecei a frequentar a família do meu marido, achava engraçado o "Vô Rogério" dizer que O casamento só começa quando nascem os filhos . E sempre que um casal tinha filhos, ele desejava felicidades pelo casamento.  Sempre respeitei, claro. Mas não entendi aquilo, nem o tal ditado que ele insistia em repetir sempre que via bebês ou casais casando ou tendo filhos.  Hoje, depois de seis anos de casamento e oito meses depois de ser mãe, tenho certeza absoluta de que ele sempre teve razão. E sim, O casamento só começa quando nascem os filhos . Não vou dizer que passei por crises no casamento depois que a Alice nasceu ou que houveram grandes transformações. Mas são as pequenas mudanças no dia-a-dia que fazem a diferença. Antes, éramos apenas meu marido e eu, com atenção totalmente ficada em nós e um no outro. Hoje, temos nossas atenções totalmente focadas em nossa filha e, quando sobra um tempinho, em nós próprios e por último, um no outro. Parece óbvio, mas no dia-a...

Fim da Amamentação...

Coração de mãe é complicado, não? A gente sempre tem motivos para rir e chorar, para sentir amor, culpa, paixão... Minha filha pegou mamadeira desde os cinco meses, quando à noite eu acordava de hora em hora para amamentar. De início, era só para dormir à noite. De dia, eu continuava amamentando normalmente, já que estava introduzindo a alimentação e ela estava mamando menos. Aos seis meses já dava a mamadeira da noite e, pelo menos uma à tarde, já que para dormir à tarde ela precisava da mamadeira e meu peito não era mais suficiente. Pouco antes de ela completar sete meses, percebi que meu peito era mais uma chupeta do que fonte de alimentação. Ela passou a mamar pouco e quando pegava era mais para brincar do que para mamar. Essa situação foi me deixando bastante chateada. Senti que a amamentação não cumpria mais o seu papel, de alimentar. Mas ela ainda mamava no meio da noite. Então, não queria tirar. Mas foi aí que ela passou a acordar uma vez só à noite e, mais uma...

A primeira febre

Depois de sete meses de vida, eis que enfrentamos a primeira febre da nossa pequena! Tudo bem, já passamos por hipóteses bem mais difíceis, como quando suspeitávamos que ela estava com hepatite. Mas uma febre levanta suspeita de várias coisas e como é ruim ver a criança dodói... Começou (para variar) no feriado, quinta-feira, 15/11. Pode ter certeza: os problemas sempre aparecem em feriado, fim de semana ou nas férias do seu pediatra. E na minha maravilhosa cidade, assim como na maioria do estado de São Paulo, foi feriado na quinta e hoje, terça-feira, 20/11. Com isso, muitas pessoas emendaram e, como resultado, não se encontra ninguém. Minha pequena ficou bem manhosa, reclamando, querendo colo. O que não é de costume dela. Começamos a medicar com antitérmico na quinta à noite. Mas na segunda dose já não consegui espaçar seis horas e na terceira, só consegui um espaço de três horas. Mudei o antitérmico de Tylenol para Alivium (que para mim até então, era só antitérmico. tenho co...

Preparando o 1º aninho - O que fazer em casa

Já disse aqui que adoro trabalhos manuais. Já disse também que acho muito importante que participemos ativamente desta data tão importante de nossos filhos. Aí, vem o maridão e diz: "Você perde tanto tempo preparando tanta coisa, para quê? Ninguém guarda! Ninguém dá valor! Se você pagar, você tem tempo pra tantas outras coisas." E o pior é que ele tem razão, o que me dá mais raiva. Mas meu conflito é que sinto que devo fazer. Não pelo valor ou pelo que as pessoas dão de valor. E sim pela minha consciência. No chá de bebê dela, fiz muitas coisas. Fiz o convitinho, que ficou lindo: uma xícara de café com o nome dela adesivado junto com o convite escrito. (não tenho fotos aqui para postar) Fiz as lembrancinhas com potinhos de papinha nestlé, com o nome dela adesivado e recheado de jujubas.  Fiz tudo o que servimos e ainda montei árvores de marshmalow para decorar e os docinhos. Como resolvi fazer um chá da tarde mesmo... fiz vários bolos, brigadeiro, beijinho, croi...

Planejando o 1º aninho - Convidados

Eis uma questão delicada e complicada. Meu marido e eu costumamos pensar apenas nas pessoas que fazem parte da nossa rotina, do nosso dia-a-dia e, no caso da nossa filha, das pessoas que participaram da criação e crescimento dela. Porém, sabemos que aniversário não é bem assim e que temos que chamar algumas pessoas que não participam tanto. Eu também tenho alguns queridos que gostaria de convidar e que não estão tão presentes assim no nosso dia-a-dia. Eis um tema que me deixa pensativa.  Por fim, sei que ninguém, nem eu nem nenhum outro casal, vai conseguir agradar a todos. Se convidar ou não, alguém vai ficar insatisfeito. E sempre que lembro disso, acabo optando por chamar aqueles próximos, simples assim. Mesmo porque não temos condições de fazer uma festa para muitas pessoas. Outra coisa... penso que muitos casais aproveitam a comemoração do 1º aniversário para "expor" seu filho. Aí, convidam clientes, amigos, colegas de profissão, do futebol, da dan...

Planejando o 1º aninho - Temas

Acho que um dos primeiros detalhes que devemos escolher quando vamos planejar o aniversário dos nossos filhos é o tema. Algumas mães preferem escolher personagens. Eu não gosto muito de escolher personagens, ainda mais no primeiro aninho. O principal motivo é porque a criança pode querer o tema quando crescer e aí, não vamos querer, não é verdade? Pensei em vários temas. Mas o primeiro de todos eles havia sido "ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS". O motivo: minha filha se chama Alice. E adoro as frases de "lição" que têm na história. Acho muito interessante criar peças usando as frases, criar doces e objetos baseado no tema, que é muito extenso, criativo e interessante. Mas logo desistimos. Motivo: meu marido acredita que ela vá querer o tema um dia, quando tiver entendendo. Portanto, deixamos para outro ano. E como eu vinha pensando nisso desde que escolhemos o nome, confesso que fiquei um tempinho sem pensar em nada para mudar minha opinião. Aí, vieram outras suges...

Frutinhas e papinhas

O momento de introduzir a alimentação nos nossos bebês gera em nós mães, um misto de ansiedade, curiosidade, liberdade... Eu me senti assim quando chegou o dia de introduzir as frutinhas na alimentação da minha pequena Alice. A gente quer muito que dê certo, que eles gostem muito, que comam bem. Quer ver se vão fazer careta, se vamos ter que fazer gracinhas ou se eles vão devorar tudo rapidinho. Sentimos mais liberdade porque não dependem mais só de nós e da amamentação (no meu caso, por exemplo, que até introduzir a alimentação, apenas amamentava). E por outro lado ficamos com um leve sentimento de perda, de que eles estão ficando (um pouco) independentes. É uma fase muito gostosa. Minha experiência tem sido maravilhosa.  Introduzi as frutas com pouco mais de cinco meses. Quinze dias depois, o almoço. Mais quinze dias, a janta. Nesse tempo, passei a substituir algumas mamadas por mamadeira.  Dois meses depois, sinto que tenho mais liberdade para sair e, aos pou...