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Mostrando postagens com o rótulo trabalho

Escolha feita: escolinha!

Depois de muito pensar, ler, conversar  (e sofrer também)... eis que a escolha foi feita: a Alice vai para a escolinha!  Não é uma decisão fácil de se tomar. Minha filha tem apenas 10 meses e na verdade não é para a escola e sim para o berçário que ela está indo. Claro que alguma atividade vai ser feita e ela vai se desenvolver de alguma maneira, seja conhecendo as cores, se relacionando com outras crianças, aprendendo a dividir, a esperar, a não ter atenção somente para ela. Mas para esta idade, não tem muito mais o que se fazer além de dar estímulos... Tudo bem. Há uma grande diferença entre pais que precisam de um serviço de escola / berçário e os pais que não precisam. Eu sou do tipo de mãe que precisa que dê certo, que a criança se adapte e que esta seja uma boa escolha para minha filha. Então, no início da semana, fomos nós duas para a "adaptação escolar". E esta é uma adaptação para pais e filhos sim. Aliás, acho que mais para a mãe / pai do que para o filho...

Escolinha X Babá...

Eis uma dúvida cruel, que me incomoda e me deixa pensativa por muuuito tempo... A questão é que da maneira como estou levando não dá mais... meio período em casa e meio período no trabalho (com ela). Eu fico doidinha. Concentração nela e em algo mais, 24 horas por dia. Não dá!  Preciso urgente encontrar outra saída.  E, desde que ela tinha seus 4 meses que procuro uma pessoa para me ajudar em casa com ela. Hoje, aos nove, não encontrei ninguém.  Então, parti para a opção "escolinha". Sim, sempre pensei que este não era o momento, que o certo seria quando ela tivesse falando e andando. Mas passei a considerar a possibilidade, já que não vejo outra saída.  Meu maior medo da escolinha é que ela seja judiada e, por não falar, que eu não fique sabendo. Mãããs... isso pode acontecer com uma babá também. E o pior da babá: não tem ninguém para ver. Já na escolinha, existem outras pessoas, outras crianças... Se for para fazer uma lista... ela é muito extensa de ...

Trabalhar com minha filha

Depois dos quatro meses de licença maternidade, foi a hora de retornar ao trabalho. Posso dizer que foi um tanto tranquilo porque voltei apenas no período da tarde e ainda levo ela comigo. Portanto, não tive que preocupar com quem olhar,com o desmame nem nada do tipo. Mas ganhei novas preocupações. Como, por exemplo, conseguir concentrar e realizar todas as minhas tarefas com minha pequena do lado, pedindo minha atenção.  Ela não sabe que naquele ambiente não pode dar seus gritinhos, chorar ou ter minha atenção o tempo todo. E lidar com isso é um tanto complicado. Ela é muito risonha e acaba chamando a atenção de toda a equipe. Outra coisa complicada, já que todos se distraem com ela.  Agora, aos praticamente sete meses, querendo engatinhar e cansada do carrinho, coloco um edredom dobrado no chão e deixo ela. Ainda bem que minha sala tinha um espaço bom para isso. Assim, ela se distrai mais e consigo trabalhar melhor. Mas o que ajuda mesmo são as pessoas que p...

Saindo da toca...

Com três meses completos e a primeira dose das vacinas já tomada, eu começo a sair da toca com minha pequena. E como é engraçado tudo isso. Eu sempre fui independente, certa de mim e das minhas coisas, do que quero fazer ou ir. Desde muito nova aprendi a tomar minhas decisões, a decidir, a não perguntar muito para os outros o que devia ou não fazer. E então, até agora, depois da chegada da minha filha, sinto-me totalmente insegura. É uma sensação estranha... Um misto de medo da rua, medo de acontecer alguma coisa, de não dar conta dos passeios... Então, passei a perguntar ao meu marido sobre tudo, se devia sair, se podia fazer tal coisa, etc. Tal situação está me deixando extremamente chateada, magoada comigo mesma. O que no geral, me deixa ainda mais insegura. Na semana passada resolvi que tomaria atitudes. Então, peguei o carro e fui passear com ela. Só nós duas. Saímos, fomos comprar coisas para a casa. Não foi bem um passeeeeeio, mas para mim, foi o suficiente para eu perceb...

Filhos X Trabalho

Sempe trabalhei fora, desde os meus 17 anos. E sempre lutei para isso. Não por necessidade, mas porque o trabalho me preenche, me completa, me faz sentir bem e útil. Sempre critiquei as mães que, com a chegada dos bebês, abandona sua vida para ficar anos por conta exclusivamente da criança. Mas quando a gente fala sem viver é fácil.  Agora estou do outro lado. Com minha filha pequena, de apenas três meses e pensando no que fazer quando completarem os fatídicos 4 meses de licença maternidade. Minha sorte é que trabalhei até o último dia antes do nascimento dela. Tenho algumas vantagens, não vou negar! Posso trabalhar apenas meio período, posso levá-la comigo de vez em quando... Por outro lado, ainda tenho parte do serviço sendo feita em casa, durante meu afastamento. Por opção minha também, devo admitir. Não é muito, mas tenho uma distração a mais. A questão é que assim como a maioria das mulheres neste momento da vida, eu também não quero deixar minha Princesa com ning...