Pular para o conteúdo principal

Ao final do primeiro natal...

É incrível como o sentimento de realização e muita felicidade tomou conta do meu coração neste natal e alguns dias antes...
Uma felicidade como há muitos anos eu não sentia no dia de natal...
Sei que devo isso à Alice, pela sua vida, sua presença e a expectativa de viver com ela nosso primeiro natal...
Ela adorou ver a árvore de natal, as luzes piscando, o Papai Noel... A magia do natal se fez presente entre nós...
A noite de natal foi de diversão... Com os priminhos praticamente da mesma idade (embora ela seja a caçula), eles abriram os presentes, brincaram juntos com todos, se divertiram até... E a mamãe aqui, muito feliz e emocionada, tirou várias fotos e riu muito...
Confesso que não me via feliz assim em dia de festas especiais há uns dez anos.
Ter uma filha é ser criança novamente, é ser contagiada pela felicidade deles e se deixar levar por toda a magia que eles acreditam e nos envolve.
Sou muito feliz por ser mãe. Se Deus está presente em minha vida? Basta ouvir a respiração da minha filha para nunca duvidar disso.
A Alice é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, o melhor presente que eu poderia ganhar.

Desejo a todos um feliz natal. Às mães que sabem exatamente do que estou falando, espero que tenham curtido muito. Àquelas que querem muito, mas ainda não são mães.. acreditem sempre. Sonhem. Corram atrás. Em breve Deus presenteará você.
Que Jesus renasça no coração de cada uma e das crianças. E que a crença e a magia do natal permaneça em nossos lares por muito tempo. Que o Papai Noel venha nos visitar ano após ano e nos abençoe com sua alegria, seus sonhos e com o poder de tudo realizar.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Seja educado e ensine educação

Voltando a publicar... pensei em algo que é rotina para mim. Hoje, minha filha com 5 anos, entende bem o que a gente faz e, com um pouco de conversa, sabe o que é certo e é errado. E fico pensando... quando agimos errado perto de nossas crianças, ensinamos errado, ensinamos o "jeitinho brasileiro", ensinamos o "é rapidinho, ninguém vai ver". Isso reflete na educação geral do país. Vê-se onde estamos com nossos governantes. Isso nada mais é do que educação, de forma geral. E se  não começarmos em casa, quem vai fazer isso? Na porta da escola da minha filha tem uma boa área de "proibido estacionar". Mas não é que todos os dias tem um carrinho parado ali? E o que mais me admira: na maioria das vezes são pais que sabem que é errado, que sabem que atrapalha, mas que fazem isso porque "é rapidinho" e não estão preocupados com o próximo. Mas e com o que ensinam para o filho? Que pode atrapalhar os outros? Parar no lugar proibido?  Foto: Di...

Os antigos sempre têm razão...

Quando comecei a frequentar a família do meu marido, achava engraçado o "Vô Rogério" dizer que O casamento só começa quando nascem os filhos . E sempre que um casal tinha filhos, ele desejava felicidades pelo casamento.  Sempre respeitei, claro. Mas não entendi aquilo, nem o tal ditado que ele insistia em repetir sempre que via bebês ou casais casando ou tendo filhos.  Hoje, depois de seis anos de casamento e oito meses depois de ser mãe, tenho certeza absoluta de que ele sempre teve razão. E sim, O casamento só começa quando nascem os filhos . Não vou dizer que passei por crises no casamento depois que a Alice nasceu ou que houveram grandes transformações. Mas são as pequenas mudanças no dia-a-dia que fazem a diferença. Antes, éramos apenas meu marido e eu, com atenção totalmente ficada em nós e um no outro. Hoje, temos nossas atenções totalmente focadas em nossa filha e, quando sobra um tempinho, em nós próprios e por último, um no outro. Parece óbvio, mas no dia-a...

Tirando a fralda

Meu Deus!!! Quando a gente tem filho, sabe que vai ser difícil e enfrentar muitas coisas diferentes. Mas as trapalhadas, as limpezas, para isso a gente não se prepara. Então... eis que comecei o processo "tira fraldas" da Alice. Em janeiro, quando ela estava com 1 ano e 9 meses e já ficava alguns períodos sem fralda, resolvi que ela só usaria fraldas para dormir. É engraçado como temos dúvidas e medos de coisas simples e bobas. A minha preocupação era: como faço para andar de carro? E se eu for passear? E se ela fizer xixi no chão em uma festinha ou no shopping?  Agora dá até para rir. Mas essas perguntas simples me deixaram muito insegura. E aí... vamos nós fazer tuuudo sem a fralda. Ouvi minha cunhada: "é um mês de dificuldade. Depois acabou. Você vai ver". Contei os dias deste mês como se fossem para chegar o grande dia. E aí? Nada! Continuou xixi pra casa toda, dezenas de calcinhas para lavar todo dia. E nesse meio tempo, veio o retorno para a escol...