Pular para o conteúdo principal

Mamando demais? Ajuda!!!

Amamentar é um ato de muito amor, já disse isso aqui em posts anteriores. E é também um ato de doação, de dedicação total ao filho.
Minha pequena está com três meses e estou amamentando apenas no peito. Para isso, estou com uma restrição de alimentos seríssima, já que a Baixinha teve alergia à proteína do Leite de Vaca que  ela recebia através do meu peito. Já disse isso também. Tirei tudo o que vai leite da minha alimentação (até massas, bolos, etc) e tirei também algumas coisas que causam cólicas e fazem ela sofrer. 
Mas até aí, tudo bem. Já me acostumei e estou tirando de letra e com os três meses completos, a alimentação que diminui a cólica já pode voltar ao normal, pois as cólicas praticamente acabaram. 
Agora o problema é que a pequena quer mamar de hora em hora e mama por 20 minutos cada vez. Isto está acabando comigo, literalmente. No final do dia, estou destruída, não consigo mais colocá-la no peito, me dá nervoso. 
Já comentei com dois médicos e eles disseram que é normal, que cada criança mama de um jeito e tem uma necessidade diferente. Já passei horas pensando em uma solução. Já tentei de todas as maneiras possíveis fazer com que ela pegue uma chupeta para ver se melhora e não adiantou de nada. Daí, fico pensando no que fazer e não consigo achar uma saída a não ser tirar do peito, o que eu não quero também! 
Só eu quem passa por isso? Alguém já passou por esta situação? Como ter uma vida normal com a baixinha mamando 20 minutos de hora em hora? E quando digo de hora em hora, não estou exagerando. Acho que ela fica esperando bater o minuto certinho pra chorar. É incrível. quando dá uma hora certinho ela chora. ou antes. Mas nunca depois de uma hora. Só à noite que é diferente. Aí sim ela aguenta mais tempo. tem noites que até seis horas direto...
Será que aos 4 meses, com a introdução das frutas na alimentação, ela vai passar mais tempo sem mamar?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Seja educado e ensine educação

Voltando a publicar... pensei em algo que é rotina para mim. Hoje, minha filha com 5 anos, entende bem o que a gente faz e, com um pouco de conversa, sabe o que é certo e é errado. E fico pensando... quando agimos errado perto de nossas crianças, ensinamos errado, ensinamos o "jeitinho brasileiro", ensinamos o "é rapidinho, ninguém vai ver". Isso reflete na educação geral do país. Vê-se onde estamos com nossos governantes. Isso nada mais é do que educação, de forma geral. E se  não começarmos em casa, quem vai fazer isso? Na porta da escola da minha filha tem uma boa área de "proibido estacionar". Mas não é que todos os dias tem um carrinho parado ali? E o que mais me admira: na maioria das vezes são pais que sabem que é errado, que sabem que atrapalha, mas que fazem isso porque "é rapidinho" e não estão preocupados com o próximo. Mas e com o que ensinam para o filho? Que pode atrapalhar os outros? Parar no lugar proibido?  Foto: Di...

Os antigos sempre têm razão...

Quando comecei a frequentar a família do meu marido, achava engraçado o "Vô Rogério" dizer que O casamento só começa quando nascem os filhos . E sempre que um casal tinha filhos, ele desejava felicidades pelo casamento.  Sempre respeitei, claro. Mas não entendi aquilo, nem o tal ditado que ele insistia em repetir sempre que via bebês ou casais casando ou tendo filhos.  Hoje, depois de seis anos de casamento e oito meses depois de ser mãe, tenho certeza absoluta de que ele sempre teve razão. E sim, O casamento só começa quando nascem os filhos . Não vou dizer que passei por crises no casamento depois que a Alice nasceu ou que houveram grandes transformações. Mas são as pequenas mudanças no dia-a-dia que fazem a diferença. Antes, éramos apenas meu marido e eu, com atenção totalmente ficada em nós e um no outro. Hoje, temos nossas atenções totalmente focadas em nossa filha e, quando sobra um tempinho, em nós próprios e por último, um no outro. Parece óbvio, mas no dia-a...

Tirando a fralda

Meu Deus!!! Quando a gente tem filho, sabe que vai ser difícil e enfrentar muitas coisas diferentes. Mas as trapalhadas, as limpezas, para isso a gente não se prepara. Então... eis que comecei o processo "tira fraldas" da Alice. Em janeiro, quando ela estava com 1 ano e 9 meses e já ficava alguns períodos sem fralda, resolvi que ela só usaria fraldas para dormir. É engraçado como temos dúvidas e medos de coisas simples e bobas. A minha preocupação era: como faço para andar de carro? E se eu for passear? E se ela fizer xixi no chão em uma festinha ou no shopping?  Agora dá até para rir. Mas essas perguntas simples me deixaram muito insegura. E aí... vamos nós fazer tuuudo sem a fralda. Ouvi minha cunhada: "é um mês de dificuldade. Depois acabou. Você vai ver". Contei os dias deste mês como se fossem para chegar o grande dia. E aí? Nada! Continuou xixi pra casa toda, dezenas de calcinhas para lavar todo dia. E nesse meio tempo, veio o retorno para a escol...