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Frutinhas e papinhas

O momento de introduzir a alimentação nos nossos bebês gera em nós mães, um misto de ansiedade, curiosidade, liberdade... Eu me senti assim quando chegou o dia de introduzir as frutinhas na alimentação da minha pequena Alice. A gente quer muito que dê certo, que eles gostem muito, que comam bem. Quer ver se vão fazer careta, se vamos ter que fazer gracinhas ou se eles vão devorar tudo rapidinho. Sentimos mais liberdade porque não dependem mais só de nós e da amamentação (no meu caso, por exemplo, que até introduzir a alimentação, apenas amamentava). E por outro lado ficamos com um leve sentimento de perda, de que eles estão ficando (um pouco) independentes. É uma fase muito gostosa. Minha experiência tem sido maravilhosa.  Introduzi as frutas com pouco mais de cinco meses. Quinze dias depois, o almoço. Mais quinze dias, a janta. Nesse tempo, passei a substituir algumas mamadas por mamadeira.  Dois meses depois, sinto que tenho mais liberdade para sair e, aos pou...

Os dentinhos já começaram a aparecer

Desde que minha pequena nasceu, procuro observar cada detalhe, curtir cada novidade. E desde os três meses o médico dela comentava q os dentinhos já tinham começado a nascer mas iam demorar para aparecer. E eu, sempre observando. E não é que faltando uma semana para ela completar seis meses surgiram os dois dentinhos de baixo? E eu quem vi!  Fiquei super feliz e com isso começou mais uma etapa, incluindo algumas dúvidas, como a escovação, por exemplo.  Menos de um mês depois surgiu mais um dentinho, desta vez, o superior esquerdo. No dia de apontar ela ficou muito irritada. Dava até dó. Mas já tínhamos descoberto aquela pomadinha "nenêdent". E digo que ajudou muito, viu? Achava que não virava nada, mas nestas horas é muito útil e a criança acalma. Algumas pessoas dizem que a dentição costuma deixar a criança em estado febril. Minha filha não teve nenhuma alteração perceptível no termômetro, mas a cabeça dela fica muito quente. Até tentamos medir a febre na ca...

Aos quase sete meses...

... Muita coisa mudou na minha vida. Não tenho reclamações, só agradecimentos. Mas continuo dizendo que temos que ser 100% dedicação. Estou cada dia mais apaixonada pela minha filha. Dizem que isso se chama AMOR INCONDICIONAL. Estou também me sentindo cada dia mais dedicada à maternidade. Voltei para o trabalho com quatro meses. Porém... apenas meio período e ela vai comigo. É muito bom como mãe tê-la comigo. Mas é tarefa dobrada conciliar tudo. Acredito que vale a pena, mesmo me sentindo constantemente cansada. Ser mãe é mágico, maravilhoso. E tenho me dedicado com entusiasmo, alegria e intenção. Agradeço a Deus todos os dias e peço também muita sabedoria.

O tempo está cada vez mais curto...

É incível como tenho a impressão de que o tempo está cada vez mais curto. Não consigo fazer todas as minhas coisas e ao mesmo tempo, faço muito mais. Não consigo tempo para sair e arrumar minhas unhas. Por outro lado, cuido da minha filha, cuido da cozinha de casa, de organizar diariamente a casa e ainda de trabalhar meio período fora com minha filha junto. Confesso: estou me sentindo acabada, sem descanso. Será que essa sensação passa???

Mamando demais? Ajuda!!!

Amamentar é um ato de muito amor, já disse isso aqui em posts anteriores. E é também um ato de doação, de dedicação total ao filho. Minha pequena está com três meses e estou amamentando apenas no peito. Para isso, estou com uma restrição de alimentos seríssima, já que a Baixinha teve alergia à proteína do Leite de Vaca que  ela recebia através do meu peito. Já disse isso também. Tirei tudo o que vai leite da minha alimentação (até massas, bolos, etc) e tirei também algumas coisas que causam cólicas e fazem ela sofrer.  Mas até aí, tudo bem. Já me acostumei e estou tirando de letra e com os três meses completos, a alimentação que diminui a cólica já pode voltar ao normal, pois as cólicas praticamente acabaram.  Agora o problema é que a pequena quer mamar de hora em hora e mama por 20 minutos cada vez. Isto está acabando comigo, literalmente. No final do dia, estou destruída, não consigo mais colocá-la no peito, me dá nervoso.  Já comentei com dois médicos e...

Saindo da toca...

Com três meses completos e a primeira dose das vacinas já tomada, eu começo a sair da toca com minha pequena. E como é engraçado tudo isso. Eu sempre fui independente, certa de mim e das minhas coisas, do que quero fazer ou ir. Desde muito nova aprendi a tomar minhas decisões, a decidir, a não perguntar muito para os outros o que devia ou não fazer. E então, até agora, depois da chegada da minha filha, sinto-me totalmente insegura. É uma sensação estranha... Um misto de medo da rua, medo de acontecer alguma coisa, de não dar conta dos passeios... Então, passei a perguntar ao meu marido sobre tudo, se devia sair, se podia fazer tal coisa, etc. Tal situação está me deixando extremamente chateada, magoada comigo mesma. O que no geral, me deixa ainda mais insegura. Na semana passada resolvi que tomaria atitudes. Então, peguei o carro e fui passear com ela. Só nós duas. Saímos, fomos comprar coisas para a casa. Não foi bem um passeeeeeio, mas para mim, foi o suficiente para eu perceb...

Filhos X Trabalho

Sempe trabalhei fora, desde os meus 17 anos. E sempre lutei para isso. Não por necessidade, mas porque o trabalho me preenche, me completa, me faz sentir bem e útil. Sempre critiquei as mães que, com a chegada dos bebês, abandona sua vida para ficar anos por conta exclusivamente da criança. Mas quando a gente fala sem viver é fácil.  Agora estou do outro lado. Com minha filha pequena, de apenas três meses e pensando no que fazer quando completarem os fatídicos 4 meses de licença maternidade. Minha sorte é que trabalhei até o último dia antes do nascimento dela. Tenho algumas vantagens, não vou negar! Posso trabalhar apenas meio período, posso levá-la comigo de vez em quando... Por outro lado, ainda tenho parte do serviço sendo feita em casa, durante meu afastamento. Por opção minha também, devo admitir. Não é muito, mas tenho uma distração a mais. A questão é que assim como a maioria das mulheres neste momento da vida, eu também não quero deixar minha Princesa com ning...