Este é o primeiro ano que passo o dia dos namorados como mãe.
E aí, comecei a pensar em como seria um dia dos namorados romântico com um bebê de dois meses em casa. E cheguei à conclusão de que não teria nada de romântico...
Há alguns anos, depois que casei, sempre fazia um jantar rõmantico em casa, mas um pouco diferente: costumava chamar alguns casais de amigos (casados ou namorados) mais próximos. Sempre foi muito gostoso. Eu tinha o cuidado de enfeitar a casa com pétalas de rosas, providenciar uma meia luz agradável, taças para um bom vinho e, pelo friozinho do mês, normalmente preparava um delicioso fondue.
Então, conseguíamos ter uma noite agradável com amigos e ao mesmo tempo com um pouco de romantismo.
Este ano, com os choros de cólica e a pouca idade da nossa filha, nem isso consegui fazer. O romantismo ficaria para depois que nossa filha dormisse. Mas também... a pequena dos deu uma canseira e foi dormir quase meia noite. Resumo da ópera: terminamos o dia dos namorados acabados de canseira.
E aí, fica a reflexão: depois que nascem os filhos e principalmente nesta fase de pouca idade e que dependem 100% da mãe, temos que tomar cuidado para não deixar de lado o nosso casamento, o amor, o romantismo. Por mais que pareça difícil, temos que lembrar que existe vida além do filho. Porque eles crescem, vão para a escola, depois têm amigos e programas diferentes. E nossa vida tem que continuar, independente deles.
Isso vale para o homem também. Principalmente aqueles que são pais dedicados e que não vêem a hora de chegar do trabalho para ver seus pequenos. Lembrem que a sua esposa também está te esperando. Que é importante você lembrar de perguntar do dia dela e não apenas do dia do bebê.
Então, isso é para o casal! O amor ainda existe, o relacionamento além-filho, de homem e mulher, tem que continuar e que ser renovado a cada dia, neste momento ainda mais!
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