Ao término do primeiro trimestre de gravidez, fiquei um tanto aliviada ao perceber que havia terminado e eu nem sequer sabia o que era um enjôo de gravidez. Ao mesmo tempo, um tanto chateada ao sentir uma dorzinha de cabeça persistente.
Então, minha dor de cabeça teve início juntamente com minha 12ª semana de gestação. Uma dor contínua, que não mostrava alívio com o famoso Tylenol (único remédio que eu podia tomar) e que também não passava por nada nem em hora nenhuma.
Em conversa com o G.O., fui informada de que isso é tão comum quanto os famosos enjôos. Não com a frequência e dor que eu sentia (já que ela não passava em hipótese alguma, nem mesmo à noite). Mas também não havia o que fazer.
Como eu já tinha crises de enxaqueca antes mesmo da gestação e elas haviam sido amenizadas com muita prática de atividade física intensa, o jeito era ter paciência e esperar passar.
A dor durou nada mais nada menos do que 9 semanas. Minha rotina se manteve a mesma: muito trabalho e paciência para suportar a dor. Em alguns dias ela até que ficava mais amena. Mas em outros, era tão dolorida que dava vontade de chorar e não me deixava concentrar em nada do trabalho.
Eu poderia caminhar, já tinha liberação para isso e sabia que a atividade física seria uma boa solução. Mas enfrentei outra "dificuldade" neste mesmo período: pressão baixa.
Isso! Minha pressão está extremamente baixa: 9/5 mais ou menos. Então, no final do dia, quando poderia caminhar, sinto muita moleza que me dá medo de sair e passar mal.
Às grávidas que sofrem de enxaqueca, recomendo que procurem técnicas alternativas para não passarem por isso como passei. Acupuntura foi minha solução. Yoga para quem tem paciência é outra excelente pedida. E, se vc estiver se sentindo bem e tiver liberação do G.O., caminhe bastante. Não só para a dos de cabeça, mas para o bem estar seu e do bebê, para ter um tempo de reflexão e melhorar os ânimos...
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